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João Bernardo

/home/bernardolx

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Vodafone VoIP em Android com o CSipSimple

vodafone_redUm dos serviços a que os clientes Vodafone do serviço Tv Net Voz têm acesso é a possibilidade de comunicações fixas ilimitadas, isto é 3k min/mês para redes fixas nacionais e 1k min/mês para algumas internacionais à noite (21-9H) e fins de semana.Para usufruir destas comunicações em teoria seria necessário utilizar o telefone fixo para realizar as chamadas, mas segue aqui um pequeno tutorial para configurar o acesso VoIP num equipamento Android através do CSipSimple, é possível naturalmente também utilizar noutras plataformas e com outras aplicações.Um ponto a ter em conta é que na prática a ligação tem de ser feita "dentro" da rede Vodafone pelo que se não for o caso é necessário utilizar uma VPN por exemplo para aceder ao serviço (talvez no futuro a Vodafone  o venha a permitir do exterior).Utilizando a aplicação CSipSimple aceder à parte das contas (botão com uma chave) e em seguida adicionar uma nova conta no botão "+", no separador "Generic wizards" escolher a opção "Advanced" e preencher os campos:
  • Account name: um nome para identificar a conta que vai ser criada;
  • Server: ims.vodafone.pt;
  • Username: o número de telefone fixo no formato internacional (+3512...);
  • Password: consultar o valor do campo "Access ID" nesta página (utilizando o acesso Vodafone);
  • Use TCP (not UDP): marcar opção;
  • Proxy: proxythomson.ims.vodafone.pt;
Guardar e está feito, é agora possível utilizar a ligação fixa através do Android em qualquer lugar com acesso à Internet (e "dentro" da rede Vodafone), qualquer dúvida ou informação extra é utilizar os comentários.

DNS seguro através do DNSCrypt

O sistema de resolução de nomes mais conhecido pela sigla DNS (Domain Name System) é um dos principais motores na utilização da Internet, o seu objectivo é converter um nome (domínio) para um endereço IP.Assim sempre que se visita um website, envia um e-mail ou se utiliza qualquer outro serviço online estamos a utilizar o DNS.O problema é que a informação é trocada em plain text sem segurança, e em especial no último troço da ligação à Internet, isto é, a ligação entre o ISP e o utilizador, se alguém mal intencionado tiver acesso a algum equipamento neste troço pode aceder a informação privada ou "desviar" o utilizador.Para resolver esta falta de segurança o OpenDNS criou o DNSCrypt, que cifra o tráfego DNS entre o utilizador e o próprio OpenDNS, em analogia o mesmo que o SSL faz com o HTTP tornando o tráfego seguro (https://) e longe de olhares alheios.Para conhecer melhor este serviço é só passar pela respectiva página - DNSCrypt, embora se encontre em Preview Release está perfeitamente funcional e disponível para Mac OS e Linux e brevemente para Windows também.A configuração é simples e as vantagens que traz na segurança são grandes, neste tutorial vou mostar a configuração do DNSCrypt no Ubuntu 12.04.
  1. Para começar fazer o download do pacote respectivo no GitHub do OpenDNS em https://github.com/opendns/dnscrypt-proxy/downloads e instalar.
  2. No terminal executar: sudo dnscrypt-proxy -d , a opção "-d" põe o servidor a correr em background.
  3. No "Network Connections" escolhendo a ligação a utilizar fazer "Edit..." e na tab "IPv4 Settings" escolher "Automatic (DHCP) addresses only" e no campo "DNS servers" colocar 127.0.0.2 (ou outro IP da máquina excepto 127.0.0.1 que está ocupado pelo dnsmasq, uma cache DNS local).
  4. Este passo e o próximo são opcionais mas altamente recomendados, para não ter de iniciar o serviço sempre que se desliga ou reinicia o computador ir a "Startup Applications" e fazer "Add", preencher os campos nome e comentário (opcionais) e no comando colocar dnscrypt-proxy -d -a 127.0.0.2 .
  5. Finalmente e porque para correr são necessários privilégios de root, é preciso editar o ficheiro /etc/rc.local e adicionar dnscrypt-proxy -d -a 127.0.0.2 antes de "exit 0".
E está feito, com isto a segurança no tráfego DNS é assegurada na ligação à Internet, para confirmar se está tudo bem configurado basta aceder aqui.

Ubuntu Keyboard Shortcuts

A utilização de atalhos num sistema operativo optimiza bastante a sua utilização principalmente em operações frequentes, mas havendo tantas opções pode não ser fácil memorizá-las a todas.Este post serve como referência a alguns atalhos disponíveis no Ubuntu 12.04 e não só, quem utilize este SO ou similar a lista completa de atalhos pode ser vista mantendo a tecla <Super> pressionada (que também mostra o Launcher com as teclas de combinação disponíveis).
  • Super (press) = mostra o Launcher e a lista de atalhos;
  • Alt + F1 = abre o Launcher no modo de navegação pelo teclado;
  • Super + Tab = abre a aplicação seleccionada;
  • Super + 1, ... , 9 e 0 = abre a aplicação correspondente no Launcher;
  • Super + Shift + 1, ... , 9 e 0 = abre uma nova instância da aplicação;
  • Super + T = abre o caixote do lixo (Trash);
  • Ctrl + Alt + T = abre o terminal (linha de comandos);
  • Super (tap) = abre o Dash;
  • Super + A = abre o Dash na tab das aplicações;
  • Super + F = abre o Dash na tab de ficheiros e directorias (pastas);
  • Super + M = abre o Dash na tab das coleccções de músicas;
  • Ctrl + Tab = vai mudando entre as tabs abertas;
  • Alt (tap) = abre o HUD (Head-Up Display), uma novidade da v12.04;
  • Alt (press) = mostra os menus da aplicação;
  • Alt + F10 = abre o menu principal da aplicação;
  • AltTab = altera entre as aplicações abertas;
  • Alt + Backslash = altera entre as janelas da aplicação corrente;
  • SuperS = mostra o mosaico com os ambientes de trabalho;
  • Ctrl + Alt + Cursor Keys = altera entre os ambientes de trabalho;
  • Shift + Ctrl + Alt + Cursor Keys = move a janela corrente entre ambientes de trabalho;
  • SuperW = mostra todas as janelas do ambiente de trabalho corrente;
Estes são alguns dos atalhos que mais utilizo no sistema, se quiseres partilhar outros ou até de aplicações (web browser, media player, ...) os comentários estão ao dispor.

Ligação à Internet via SSH em Android

A segurança é um ponto crítico em qualquer sistema e nunca deve ser descurada, assim e regresando aos tutorias aqui no blog o tema é a segurança no acesso à Internet a partir do Android em redes Wi-Fi.Com a actual proliferação de smartphones e tablets o acesso à Internet torna-se fundamental para tirar total partido destes equipamentos, além das redes móveis (com tarifários "curtos" em tráfego web) a alternativa são as redes Wi-Fi que se encontram um pouco por todo o lado como em cafés/restaurantes, universidades ou centros comerciais.O problema destas redes Wi-Fi está em desconhecermos como são geridas e que outros utilizadores a ela têm acesso, daí que utilizá-las sem a mínima segurança pode representar um risco para o utilizador.No Android algumas aplicações como o Gmail por exemplo, usam SSL nas ligações o que garante segurança na comunicação, mas nem todas as apps seguem esse exemplo e como tal este tutorial irá abordar a configuração de um servidor SSH e a sua utilização através de um equipamento Android.Como uma imagem (neste caso um esquema) vale mais do que 1000 palavras o objectivo  é ter algo deste tipo:

Android «--- SSH ---» SSH Server/Proxy «--- Clear Text ---» Internet

Para começar, a configuração do servidor SSH/Proxy que será o elo de ligação entre o Android e a Internet, em Ubuntu é necessário instalar estes pacotes: openssh-server e openssh-client, em Fedora à partida já vêm instalados e prontos a usar.

Por omissão o servidor SSH estará em funcionamento no porto 22, convém dar alguma atenção aos privilégios da conta do utilizador e às configurações do servidor SSH, uma leitura aconselhada aqui.

Como requisitos, o servidor terá de estar ligado à Internet ou a uma rede privada conforme o objectivo e devidamente acessível a partir do exterior podendo ser necessário configurar o router e/ou a firewall da máquina, se o IP for dinâmico convém ter um serviço  de nomes (Dynamic DNS) para aceder, exemplos o Dyn ou o No-IP.

Do lado do servidor o trabalho está feito, no Android é necessário acesso ao root e a aplicação gratuita SSH Tunnel muito fácil de configurar e utilizar.

Available in Android Market

Com esta aplicação é possível criar uma ligação segura e cifrada entre o Android e o servidor SSH configurado anteriormente, garantindo assim que todos os dados (ou apenas algumas aplicações) se liguem à Internet de forma segura, isto é, um "túnel privado" entre os equipamentos que garante segurança mesmo em redes desconhecidas.

No SSH Tunnel basta configurar o host (IP ou domínio) e o porto onde o servidor SSH está à escuta, as credenciais (user/password) e o port forwarding utilizando SOCKS Proxy ou escolhendo outro proxy, tem disponível um widget 1x1 para maior facilidade.

E se tudo estiver nos eixos está pronto a funcionar, dando assim garantias que mesmo em redes inseguras a ligação à Internet é segura e privada longe de olhares indiscretos, qualquer dúvida, opinião ou sugestão é bem vinda... :)

P.S. Um extra à segurança passa também por utilizar servidores de DNS fidedignos, aconselho os do Google ou OpenDNS, a opção VPN é uma alternativa.

Guia do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Amado por uns e odiado por outros o novo (de 1990) Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa está em vigor em Portugal desde 2009 e até 2015 decorre um período de transição.Brasil e Cabo Verde têm também já em vigor o Acordo Ortográfico, aguardando-se a sua ratificação ou entrada em vigor pelos demais países da CPLP.Como em qualquer evolução o acordo vem trazer algumas novidades de forma a uniformizar a Língua Portuguesa, assim o objetivo deste mini-tutorial é de ser um guia para conhecer as alterações implementadas, até hoje tenho-me mantido na ortografia anterior (incluindo aqui o blog) mas faseadamente irei migrar para a nova. As alterações:
  • O alfabeto passa a ter 26 letras (antes 23), com a inclusão do K, W e Y.
  • Passam a escrever-se c/ minúscula os dias da semana, os meses, as estações do ano e os pontos cardeais e colaterais.
  • Supressão de consoantes mudas, nos casos em que a pronúncia oscile admite-se a dupla grafia. (Ex. 1 e 2)
  • Supressão de acento gráfico em palavras graves. (Ex. 3)
  • Supressão do hífen, exceto quando o prefixo termina em vogal e o elemento seguinte começa com a mesma vogal excetuando-se o prefixo "co". (Ex. 4 e 5)
Ex. 1 acção > ação, actividade > atividade, actual > atual, adjectivo > adjetivo, céptico > cético, colecção > coleção, correcto > correto, direcção > direção, directo > direto, nocturno > noturno, objecto > objeto, reacção > reação, recepção > receção, selecção > seleção, vector > vetorEx. 2 característica / caraterística, conceptual / concetualEx. 3 asteróide > asteroide, bóia > boia, crêem > creem, jóia > joia, lêem > leem, pára > para, pêlo > pelo, vêem > veemEx. 4 auto-avaliação > autoavaliação, dia-a-dia > dia a dia, fim-de-semana > fim de semana, há-de > há de, hás-de > hás de, mão-de-obra > mão de obra, pôr-do-sol > pôr do sol, ultra-som > ultrasomEx. 5 contra-almirante, micro-ondas, coobrigaçãoEspero que este guia seja útil para que a transição seja mais simples e sem sobresaltos. Este artigo foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico! :D

Gerir Android via Samsung Kies Air

Depois de uma longa ausência vou voltar aos tutoriais/análises aqui no blog, e para marcar este relançamento a escolha vai para a aplicação Kies air da Samsung.Esta aplicação destinada aos utilizadores de equipamentos Samsung com Android torna mais simples a gestão do smartphone e a tranferência de ficheiros entre o equipamento e um web browser ligados à mesma rede wireless.Depois de instalada no Android basta iniciar a aplicação em "Start" e no computador aceder ao endereço dado, por exemplo http://192.168.0.10:8080/, finalmente e depois de autorizar a ligação é apresentado o Home Screen composto por um menu vertical do lado esquerdo e janelas de aplicações (personalizáveis) do lado oposto.O referido menu começa com a opção Photos, onde são apresentadas as imagens presentes no equipamento com a possibilidade de fazer download das mesmas e upload de novas fotos, segue-se a opção Videos nos mesmos moldes da anterior.

As opções Music e Ringtones permitem aceder aos ficheiros de áudio respectivamente para música e toques podendo definir um novo toque directamente.Seguem-se os Bookmarks, os favoritos definidos no web browser padrão do smartphone, a opção Messages dá acesso a todas as mensagens e inclui um campo de procura, é também possível enviar SMS's directamente com acesso à lista de contactos.O Call log mostra de forma sucinta as chamadas e mensagens efectuadas e nos Contacts temos acesso à lista de contactos com toda a informação disponível.O Calendar mostra os eventos de forma idêntica à do Google Calendar permitindo ver e editar todos os dados disponíveis, por último o File explorer é um gestor de ficheiros que mostra a estrutura de directorias e ficheiros na memória.O Kies air é assim bastante útil para aceder a várias opções no smartphone sem recorrer a cabos ou à instalação de software no computador.

Available in Android Market

Existem também outras opções idênticas mais genéricas para o efeito, por exemplo o AirDroid ou o Android WebControl, mas se o objectivo for apenas tranferência de ficheiros a recomendação vai para o SwiFTP FTP Server (via FTP) ou o SSHDroid (via SSH).

5 dicas para o Google Buzz

Embora muito recente a rede social Google Buzz já é bastante famosa por bons e maus motivos e tem vindo a melhorar conforme as críticas dos utilizadores.Para melhor conhecer e utilizar o Buzz o Google disponibilizou algumas dicas para o serviço, assim seguem 5 dicas que podem ser muito úteis para o Google Buzz:
  1. Formatação dos posts, na escrita dos posts é possível formatar o texto a negrito, itálico e rasurado, para isso basta colocar no início e fim do texto respectivamente um *, um _ e um -.
  2. Sumário do Google Buzz, na página do Google Dashboard que contém a informação de uma conta Google é possível ver um sumário do Google Buzz resumidamente.
  3. Respostas directas a um contacto, para responder directamente a um ou mais contactos basta utilizar o símbolo @ seguido do username ou nome do contacto para ver uma lista de contactos e escolher um reply para o mesmo.
  4. Atalhos no teclado, uma mais valia do Gmail são os atalhos que podem ser também utilizados no Buzz para percorrer os posts e comentar por exemplo, a lista pode ser consultada aqui.
  5. Mute posts, para evitar que os posts do Buzz sejam encaminhados para a Inbox do Gmail por exemplo quando existirem comentários na seta das opções no canto superior direito existe uma opção "Mute this post" que pára a recepção de e-mails sobre determindado post.
Estas são algumas dicas para uma mais eficaz utilização do Buzz, na ajuda do Google Buzz aqui podem ser encontradas mais dicas.P.S. Para facilitar a divulgação dos posts aqui do blog além das 13 redes sociais em baixo, no canto inferior direito passa a estar um icon para partilha no Google Buzz. :DFonte: Official Gmail Blog: 5 Buzz tips

Alterar directoria (pasta) do WordPress

Este tutorial é especialmente dedicado aos utilizadores de WordPress que pretendam alterar a directoria de instalação do mesmo mantendo o endereço "root" do site mas com os ficheiros do blog numa sub-directoria.O WordPress é flexível o suficiente para permitir por exemplo ter um blog no endereço http://blog.com sem que os ficheiros do blog estejam na directoria root do site (a /public-html) mas sim numa sub-directoria, por exemplo http://blog.com/wordpress.Isto é bastante útil para ter alguma organização no alojamento web em especial se no mesmo alojamento estiverem outras instalações (scripts) como phpBB, Joomla, Drupal entre outras, permitindo aceder ao blog pelo endereço root do site (neste exemplo http://blog.com) sem que os ficheiros estejam na directoria principal do mesmo.Para fazer a alteração é necessário seguir correctamente os seguintes passos:
  1. Como em qualquer alteração no WordPress é sempre aconselhado fazer um backup total do blog, os seja ficheiros e base de dados.
  2. Criar a directoria onde ficarão os ficheiros do WordPress na /public-html via FTP (preferencialmente) ou cPanel, neste exemplo seria a pasta wordpress, ou seja ficaria com esta localização /public-html/wordpress.
  3. Aceder à instalação actual do WordPress e escolher no menu esquerdo a opção Settings.
  4. Nessa página (General Settings) alterar o campo WordPress address (URL) para a directoria criada, neste exemplo seria http://blog.com/wordpress.
  5. E no campo Blog address (URL), alterar para o endereço root do site, neste caso http://blog.com.
  6. Feita esta alteração é guardar as novas definições através do botão Save Changes, é apresentada uma mensagem de erro e neste momento o blog não funciona pois os ficheiros ainda não estão no sítio correcto.
  7. Mover todos os ficheiros do WordPress para a directoria criada anteriormente.
  8. Copiar o index.php e o .htaccess (se existir) da nova directoria para o root do site, onde estavam anteriormente todos os ficheiro.
  9. Com a ajuda de um editor de texto abrir o index.php acabado de copiar e procurar a linha onde está require('./wp-blog-header.php'); e alterá-la para require('./wordpress/wp-blog-header.php'); onde wordpress é a directoria criada.
  10. Feito isto e para terminar basta aceder ao blog, em http://blog.com/wordpress/wp-admin e actualizar os Permalinks no menu Settings.
Finalmente e se tudo foi feito correctamente o blog está agora numa subdirectoria do site mas acessível com se estivesse no root de forma transparente para os utilizadores.

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